A AUTOIMAGEM E A AUTOESTIMA

A autoimagem não é apenas o reflexo que vemos na frente do espelho. Para compreendermos quais as influências que a autoimagem tem sobre os nossos comportamentos, primeiramente precisamos entender que ela está constantemente relacionada a nossa autoestima. Isso significa que a visão que temos sobre nós mesmos impacta diretamente no quanto nos valorizamos ou desvalorizamos. Esta percepção molda as nossas escolhas, sentimentos e comportamentos. 

Quer saber mais sobre como trabalhar autoimagem e comportamento? Siga a leitura!

IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR COM A AUTOESTIMA E A AUTOIMAGEM


Se temos uma baixa autoestima, nos vemos de forma negativa, temos sentimentos de inadequação, vergonha, ansiedade e culpa. 

Quando não nos sentimos bem em nossa própria pele, demonstramos isso ao mundo e na forma que nos colocamos nas nossas relações e todas as áreas de nossa vida. 

Por isso, é possível dizer que a autoimagem e a autoestima acabam sendo o núcleo dos nossos comportamentos. 

No fundo, uma autoimagem positiva acaba gerando um senso interno de segurança. Só não podemos confundir a autoestima apenas com o reconhecimento dos nossos talentos. A verdade é que ela acaba resultando de um senso de valor em relação a nós mesmos de maneira total e realista, incluindo nossas falhas e dificuldades. 


Uma boa autoestima nos leva a socializar e construir relações saudáveis, afeta a nossa carreira e trabalho positivamente, nos dá autoconfiança para assumir riscos, além de nos tornar mais assertivos. 

A influência da autoimagem e da autoestima também acontece em torno das crenças que vamos internalizando em relação a nossa aparência e nossas realizações. 

Isso significa que emitimos comportamentos que confirmem a nossa autoimagem dentro do que acreditamos ser ou merecer. 


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AUTOCONHECIMENTO



Pessoas que enxergam sua aparência física como negativa, provavelmente procuram escondê-la, desvalorizá-la ou até mesmo modificá-la com tratamentos e intervenções estéticas. Tudo isso em busca de uma imagem ideal de perfeição, de um padrão de beleza, em uma constante de insatisfação. 


É preciso estarmos atentos para não boicotarmos situações onde podemos nos desenvolver, ser promovidos ou até mesmo crescer dentro da carreira. 

Além disso, podemos nos sobrecarregar, assumir papéis e tarefas que não são de nossa responsabilidade, buscando constantemente agradar o outro e receber reconhecimento externo. 


Ainda, se acreditamos que temos uma grande limitação intelectual, podemos emitir

comportamentos que acabam confirmando isso, evitando estudar e aprender algo novo, por pensarmos que não iremos conseguir aprender. 


Nas relações acabamos também agindo de forma a nos isolar e confirmando a ideia de que devemos ser rejeitados, excluídos e que até mesmo não somos amados. 

É claro que todos nós temos limitações em maior ou menor grau e uma imagem sadia também inclui essa compreensão dentro de uma visão realista de si mesmo. 


A questão é que normalmente o fracasso está mais associado a uma visão de incapacidade do que uma ineficiência de fato. São nesses casos que torna-se importante acreditar em si mesmo! Confiar nas suas capacidades não retira a necessidade de dedicar e de se aproveitar também das oportunidades e condições que a vida oferece. 


Quando trabalhamos a nossa autoimagem acabamos conquistando autoconhecimento, quais os nossos recursos, interesses, desejos e capacidade de realização, onde precisamos nos desenvolver e podemos chegar. 

Uma sadia imagem de si mesmo nos leva a emitir comportamentos saudáveis para com nós mesmos e para com o outro.


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Beijos,

Carol Bottiroli – Consultora de Imagem e Estilo.

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